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Review da Elementis Magna nova geração

Review da Elementis Magna com uso real: pontos fortes, limitações, comparação com a geração anterior e para quem ela vale a pena.

·6 min de leitura
Artigo completo

Elementis Magna: review da nova geração após uso real

Introdução

Eu já conhecia bem a proposta da Elementis Magna porque usei a primeira geração diariamente por três anos, tanto em home office quanto em jogos. Então, quando peguei a nova geração, a comparação veio naturalmente.

A boa notícia é que ela continua passando aquela sensação de cadeira robusta, feita para durar. A má notícia é que nem toda mudança foi positiva para todo mundo — principalmente se você for alto, como eu.

No geral, a nova Magna ficou mais bonita, mais clean e mais fácil de conviver no dia a dia. Mas tem um detalhe no assento que, na minha experiência, faz diferença real.

Minha experiência real com a Elementis Magna

A primeira Magna me convenceu no longo prazo. Foram três anos de uso diário, e ela continuou inteira, sem rasgos e sem problema estrutural. Isso, pra mim, pesa muito mais do que promessa de ficha técnica.

Na nova geração, a primeira impressão foi de evolução visual. Ela perdeu aquele ar gamer exagerado e ficou com um visual que combina melhor com escritório, quarto ou setup mais discreto.

O tecido também me agradou bastante: lembra material esportivo, tem uma cara mais moderna e funciona bem esteticamente.

No uso, eu senti o encosto mais rígido, e isso acabou ajudando na postura. Não é aquela cadeira que te abraça de um jeito super macio, mas justamente por isso ela me passou uma sensação mais ergonômica para trabalhar.

Ao mesmo tempo, o assento me pareceu mais curto. Como eu tenho 1,90 m, isso me deu uma sensação de escorregar um pouco para frente. Esse foi o ponto que mais me incomodou.

Outra mudança que eu gostei bastante foi o peso. A cadeira ficou mais leve para mover no dia a dia, e isso parece detalhe até você precisar arrastar, reposicionar ou limpar o ambiente. As rodinhas também ficaram mais silenciosas.

E teve um ponto que me surpreendeu: os extras. A almofada de cabeça ajustável ajuda, e a lombar com massageador USB é aquele tipo de coisa que eu achei que seria só firula, mas acabou sendo um bônus legal.

Só não dá para tratar como massageador de verdade — é vibração simples mesmo.

Dados práticos

  • Usei a primeira geração por 3 anos seguidos, diariamente, em home office e jogos.
  • A nova geração está em uso há 3 semanas.
  • Eu tenho 1,90 m e peso entre 86 e 90 kg.
  • Na minha experiência, a cadeira atende bem esse perfil de peso e altura, embora o assento mais curto incomode para quem é alto.
  • A marca informa peso suportado de 130 kg em materiais oficiais [1][2], enquanto na minha experiência a cadeira se mostrou muito robusta e já foi usada por pessoas mais pesadas sem passar insegurança.
  • A altura do assento fica na faixa de 48 a 55,4 cm [1]. Na prática, eu percebi algo em torno de 15 a 20 cm de diferença entre o mínimo e o máximo.
  • A profundidade do assento informada é de 46 cm [1].
  • O peso líquido informado para a cadeira é de 22 kg [1].
  • O preço que paguei na nova geração foi R$ 1.800, com frete grátis.
  • A montagem é simples e vem com manual e peças enumeradas, mas algumas partes são pesadas e vale ter ajuda.

Pontos diferenciais da Elementis Magna

  • Visual mais clean, sem aquele excesso de aparência gamer.
  • Tecido com aparência de material esportivo, bonito e versátil.
  • Pés em alumínio, o que ajuda a deixar a cadeira mais leve no uso diário.
  • Rodinhas mais silenciosas que as da geração anterior.
  • Encosto com sensação mais firme, favorecendo postura mais alinhada no trabalho.
  • Almofada lombar com massageador USB incluso.
  • Almofada de cabeça ajustável, o que ajuda a adaptar melhor o apoio.
  • Estrutura com certificação BIFMA e conformidade com NR-17 segundo a página oficial [1].

Problemas e limitações

  • O assento da nova geração parece mais curto para pessoas altas, e eu senti tendência a escorregar para frente.
  • A regulagem de altura não tem uma amplitude tão grande para quem precisa de ajustes mais extremos.
  • Para quem é alto, a almofada de cabeça já trabalha quase no limite da posição.
  • O massageador USB da lombar é simples: entrega vibração, não uma massagem de verdade.
  • A montagem não é difícil, mas algumas peças são pesadas e podem atrapalhar se você estiver sozinho.

Vale a pena?

Para quem é indicada

  • Quem quer uma cadeira robusta para uso diário e pensa em longo prazo.
  • Quem usa a cadeira para home office e jogos.
  • Quem gosta de cadeira com visual mais discreto e menos gamer.
  • Quem valoriza tecido, rodinhas silenciosas e extras como almofadas inclusas.

Para quem não é indicada

  • Pessoas altas que são muito sensíveis à profundidade do assento.
  • Quem espera uma cadeira super macia em vez de uma pegada mais firme.
  • Quem quer pagar o mínimo possível e não liga tanto para construção e durabilidade.
  • Quem acha que o massageador USB vai substituir um recurso de massagem real.

Comparação

Comparação com modelos mais simples

Comparando com modelos mais simples, a Magna claramente fica acima em sensação de robustez, acabamento e proposta de uso prolongado. Não me passa aquela impressão de cadeira barata que começa a cansar ou dar sinais de desgaste cedo.

Comparação com a primeira geração

Em relação à primeira geração, a nova ficou mais elegante, mais leve e mais prática de mover. Também ganhou em silêncio nas rodinhas e trouxe extras interessantes.

Por outro lado, eu preferia o encaixe do assento antigo para o meu tamanho.

Comparação dentro da própria categoria

Já olhando para modelos mais avançados da própria categoria, a Magna continua me parecendo uma opção intermediária-premium: entrega construção forte, bons ajustes e acessórios úteis, sem necessariamente entrar em propostas mais caras e especializadas.

Oficialmente, ela traz reclinação de até 135°, ajuste de tensão da mola, braços ajustáveis e mecanismo sincronizado [1].

Conclusão

Depois de ter convivido com a primeira geração por anos e agora testar a nova na prática, minha visão é bem direta: a Elementis Magna continua sendo uma cadeira que passa confiança e faz sentido para quem compra pensando em uso de verdade, não só em aparência.

Eu gostei das melhorias de visual, da redução de peso, das rodinhas mais silenciosas e dos acessórios. Mas também acho importante deixar claro o principal porém: se você for alto, vale prestar muita atenção no assento, porque foi exatamente aí que eu senti a maior diferença.

Se o seu foco é ter uma cadeira robusta, bonita e com bom custo-benefício no longo prazo, ela continua sendo uma opção bem interessante. Só recomendo entrar sabendo exatamente onde ela acerta — e onde ela pode não encaixar tão bem no seu perfil.

Referências

  1. Página oficial da Elements Magna
  2. Página corporativa da Elements Magna
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